Ele tem cinco gols pelo Bahia, um a menos que o artilheiro da equipe, Souza. No último domingo, Júnior balançou a rede duas vezes no triunfo sobre o Avaí. Antes motivo de desconfiança, o atacante agora está em paz com a torcida tricolor.
- Acho que fui conquistando o torcedor dentro de campo. É preciso dar sempre o seu melhor, com muita raça em campo, para conquistar a torcida. E atacante vive de gols. Com esses que têm saído, acho que estou com crédito – diz Júnior, aos risos.
O jogador chegou ao Fazendão em junho e, de lá para cá, atuou em vinte partidas com a camisa tricolor. Somente nos últimos jogos, no entanto, Júnior conseguiu emplacar e deixar para trás as chances de gol perdidas. Para ele, o que faltava era adaptação.
- Para alguns jogadores, a adaptação chega mais rápido. Acho que para mim tardou. Passei por uma fase de transição, cheguei de outro clube, já tinha passado pelo rival (o Vitória). E o Bahia montou um time todo novo para o Campeonato Brasileiro – avaliou Júnior.
O atacante faz questão de ressaltar que o período de adaptação já se completou. Agora é o momento de aproveitar a boa fase e comprovar, dentro de campo, que o Fazendão é sua segunda casa.
- A cada dia que passa me sinto mais à vontade. E agora os resultados estão saindo. A gente já começa a se sentir importante e a retribuir com gols – disse.
E, já que a fase é boa, por que não fazer projetos de permanência no clube?
- Quando assinei o contrato, a ideia era permanecer até o final do Campeonato Baiano, então acho que ainda tenho muito para jogar. Eu sabia que, se assinasse até dezembro, o período seria curto e eu poderia não me adaptar, não teria tempo para mostrar melhor o meu serviço. A minha meta
Nenhum comentário:
Postar um comentário