Em um dos raros momentos sem prancheta, Joel
brinca e fala da parceira.
brinca e fala da parceira.
- Como vou deixar uma prancheta que deu tantas glórias? Como vou deixar quem me fez levar tantas vezes o feijão com arroz para casa? Eu não posso abandonar a prancheta querida – disse o treinador.
Com sua prancheta sempre em mãos, Joel fez escola. Não é nenhuma novidade encontrar pelo Brasil outros treinadores que, depois de Joel, passaram a utilizar o mesmo recurso para instruir os seus jogadores. Um deles é justamente o comandante do adversário do Bahia neste domingo.
- Na última vez que encontrei o Tite em um jogo, a gente se abraçou e ele falou comigo: “Você não está vendo, mas ela está aqui”. Era a prancheta – disse o treinador.
Bem humorado, Joel fez juras de amor à sua parceira de longa data e fez campanha para ver a sua prancheta representada em breve na calçada da fama do estádio do Maracanã.
- Quando o Maracanã ficar pronto, ela vai estar lá na calçada da fama, porque ela tem muita história no futebol carioca, onde sou o maior vencedor e ganhei com todos os quatro grandes. Aliás, ela tem muita história no futebol brasileiro. Ela é a minha paixão – disse Joel com o brilho nos olhos digno de um homem apaixonado.
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